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Monday, January 22, 2007

Boatos, interferem no cuidar!

A rede informal ( boatos) de comunicação costuma ser posta em segundo plano, por falta de conhecimentos, acerca da sua força e/ ou por não se apresentar de forma tão visível. Mas é por vezes através deste tipo de comunicação que os funcionários exteriorizam os seus sentimentos. Parece-nos que deve ser considerada, até pelo facto de nos dar uma imagem real do que se passa, ou seja um traço cultural da organização, mostrando-nos deste modo a sua influência nas relações de trabalho.
Expontâneos ou intencionais, não é possível acabar com os boatos, eles são inevitáveis. No entanto devemos tentar saber qual a fonte e praticar uma política aberta de comunicação. Deste modo, evitamos mal entendidos e consquentemente interferência na nossa forma de estar e actuar. ( que pensam?)

Uma das formas de minimizar os boatos é dar informações o mais completas possíveis e em tempo útil, pois nunca devemos esquecer que a verdade é sempre a melhor forma de desfazer e lutar contra o erro.
Se porventura for detectado um rumor sem fundamento, pode a Administração, se assim o entender, reunir os funcionários e esclarecer o assunto.
Os boatos devem ser também encarados pelo lado positivo, uma vez que podem transmitir informação ao topo permitindo saber o que pensam as bases.
É bastante importante que se conheça o líder do canal informal, para que se tenha o melhor possível informado.

Wednesday, January 17, 2007

Será que o boato interfere no cuidar?

O boato é um sistema informal de comunicação, que surge espontaneamente. Este tipo de comunicação surge através de canais não oficiais, e surge numa reunião, no café ou outro local. Pode parecer-nos, que só o boato circula rapidamente pelos canais informais de comunicação, mas também circulam informações substanciais. O boato é normalmente uma mistura de erro e verdade. Ele é o “midia” mais antigo do mundo. Segundo Kapferer, (1993) o boato é antes de mais uma informação, traz elementos novos sobre uma pessoa ou acontecimento ligados à actualidade.
Tem três características principais: não é controlado pela Administração, é por vezes considerado pelos funcionários como mais digno de crédito e confiável do que os comunicados formais, é muito utilizado para atender aos interesses pessoais daqueles que o utilizam. O boato ajuda a manter as pessoas unidas.
É impossível abolir esta “rede”, pensa-se que, até é salutar. Os boatos ajudam a satisfazer as necessidades sociais. As pessoas precisam falar de assuntos do seu quotidiano. As Administrações devem aprender a viver com este tipo de comunicação. O boato normalmente compensa falhas na comunicação formal, identifica posições e valores, equilibrando assim as angústias e tensões.Sabemos que o boato surge de forma espontânea e das lacunas que encontra na comunicação, quanto menos falhas na comunicação menos boatos. (darei continuidade)

Thursday, December 28, 2006

Relações humanas

Os vários aspectos em que se desenvolvem as relações entre as pessoas, é demasiado importante. Por tal facto penso ser importante reflectir sobre grandes pensadores deste assunto.A teoria das relações humanas, surgiu depois das relações clássicas.
Elton Mayo em 1932, com outros colaboradores, como Kurt Levin, John Deway, através de várias experiências descobriram que:
A quantidade de trabalho produzido pelos operários não é determinada pela sua capacidade física, mas sim pelo social.
Recompensas não económicas, têm grande valor para o operário, tornando-o colaborante e motivado, em suma, sentindo-se bem dentro da organização.
Nem sempre a divisão do trabalho por especialidades leva a maior rentabilidade e satisfação pessoal.
Quando os operários sentem necessidade de contestar algo fazem-no em grupo e não isoladamente, conforme afirma .(Etzione 1973)
A escola das relações humanas, dá relevo ao papel da comunicação, da participação e da liderança. Afirma que os administradores/ gestores não podem tratar as pessoas isoladamente, mas sim como membros de um grupo sujeito a influências desse mesmo grupo.

Friday, December 22, 2006

Cultura nas Organizações

Nas Instituições deve haver modelos, regras, atitudes, padrões, e normas que permitam a interacção entre as pessoas com objectivos comuns. A existência destes modelos e padrões, são indispensáveis à sobrevivência do grupo, é o que chamamos de cultura. Assim, o estudo da cultura permite – nos verificar as relações sociais, definir modelos de atitudes e regras sociais e, também, avaliar a interferência das subjectividades nessas relações.
A cultura retrata a personalidade de uma organização, desprezar essas relações simbólicas que articulam as relações de poder e se efectivam nas relações sociais, seria desconsiderar a essência, ou seja a natureza da organização.
São exemplos de manifestações da cultura: princípios, valores e códigos; conhecimentos, técnicas e expressões estéticas; tabus, crenças; estilos; juízos e normas morais; tradições, usos e costumes; convenções sociais, protocolos e regras de etiqueta; estereótipos; preconceitos; imagens, mitos e lendas; dogmas, superstições, etc. Quando o conjunto de valores for compartilhado pelas pessoas que fazem parte da organização, desde a base até ao topo, a organização terá estabilidade e mais harmonia, reflectindo-se desta forma no clima organizacional

Wednesday, December 13, 2006

Equipa Multidisciplinar de Saúde

Equipa multidisciplinar, é um grupo de pessoas com vários níveis e especializações, reunidos sob orientação de um especialista ou consultor,criticam-se mutuamenta, procurando um ponto de encontro para que que se alcanse a colaboração entre todos, eliminando barreiras inter pessoais da comunicação e atingirem os objectivos desejados.
A equipa auto avalia o seu comportamento por intermédio de várias variáveis, sendo uma delas o grau de confiança entre todos; outra a comunicação que existe na equipa; o grau de apoio recíproco; a compreensão dos objectivos e o tratamento ou seja, a gestão de conflitos entre todos.
Considero a equipa multidisciplinar um valor para qualquer Instituição, que faz com que cada um cumpra o seu dever, tendo em vista atingir o objectivo comum, favorecendo deste modo a colaboração voluntária de todos os seus elementos.
Hoje, fala-se noutros tipos de abordagem como interdisciplinaridade, pluridisciplinaridade e transdisciplinaridade, mas penso que a nossa grande preocupação deve ser a integridade e a unidade do conhecimento.

Wednesday, December 06, 2006

FUNÇÃO PÚBLICA

continuação...Função Pública

Tem que haver mudança de mentalidades, qualificação dos profissionais, melhoria de todos os processos. As equipas têm que ser abertas a sugestões, de melhoria dos diversos serviços.
Os profissionais tem que ter mente aberta á mudança, tem que ser avaliados e serem recompensados aqueles que derem mostras do seu valor.
É evidente que nada disto é fácil,mas, com vontade e noção de que é necessário e imperioso que tal aconteça, penso que desta forma os serviços passarão a ser cada vez mais rentáveis e a ser o nosso orgulho.
É preciso mais humanização e mais respeito por tudo aquilo que é pertença de todos nós

Tuesday, November 28, 2006

O serviço público

O serviço público hoje tão contestado... mas , qual será a razão?

Sabemos todos hoje, que estes serviços para serem mais eficientes e eficases, têm que ter um espirito mais empresarial ( entenda-se com caracteristicas próprias) é preciso começar a ver estes serviços com outros olhos. É necessário mudar, mas esta mudança tem que ser da base ao topo e do topo à base. Estas mudanças tem que passar pela cultura da organização ( que como sabemos é demorado), onde hà raizes de vária ordem, mas muito profundas, é preciso que todos nós funcionários publicos tomemos consciencia deste problema. É preciso muita responsabilidade por parte de todos.
Tudo nos indica que num futuro proximo, as carreiras como estão estroturadas vão acabar, pois não é mais possível, que muito boa gente tenha chegado ao topo sem nada fazer para tal, a não ser "parasitar", esperando que o tempo passe para subirem mais um pouco, e assim foram caminhando até ... onde lhes foi permitido. ... darei continuidade